“A motivação mais comum que leva as empresas a usar NoSQL é a escalabilidade. Mas se você lida com objetos complexos em sua aplicação, como entidades espalhadas em dezenas de tabelas normalizadas, pode ser que uma alternativa NoSQL seja útil para o seu projeto, mesmo que ele não tenha zilhões de usuários simultâneos”. Essa pertinente colocação levouLuciano Ramalho, supervisor de desenvolvimento na BIREME/OPAS/OMS e referência no mundo Python, a apresentar noNoSQLBr 2011 o case OpenTrials para o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos. Trata-se de uma plataforma virtual de acesso livre financiada pelo Ministério da Saúde, entre outras entidades, e que tem por finalidade registrar estudos experimentais e não-experimentais realizados em seres humanos, por pesquisadores brasileiros e estrangeiros.
Luciano conta que a missão dele e de sua equipe era a de renovar métodos, práticas e ferramentas de desenvolvimento. Como primeiro passo, o desafio foi migrar do “PHP sem framework” para Python com Django. E explicou em detalhes como foi realizado esse projeto, desde a criação, a partir de ferramentas open source e práticas ágeis, até as lições aprendidas no processo fazendo uso da persistência poliglota com um “mix” de BD relacional com banco de dados NoSQL, e a “solução” para o OpenTrials com o CouchDB (considerando que o MongoDB também seria apropriado para o projeto em questão).
Assista ao vídeo com a íntegra da palestra de Luciano Ramalho no NoSQLBr 2011:
http://www.gonow.com.br/blog/2011/11/02/modelos-ricos-outro-motivo-para-usar-nosql/